29 e 30/09 · das 19h às 21hDuas noites sobre os dois momentos em que ela acontece: distocia de ombro e reanimação neonatal. Para você não ter que lembrar — ter que saber.
Este workshop abre a pré-venda do Poder do Partejar, a formação completa do instituto. No fim da segunda noite, quem estiver ao vivo recebe uma condição exclusiva de matrícula — e você já sabe disso antes de entrar.
A partir de R$ 47 · 4 horas ao vivo

Karina Fernandes Trevisan
Doutora pela USP · +1.000 partos acompanhados
2
Noites
4h
Ao vivo
19h
Início
Zoom
De onde estiver
Você já conduziu dezenas. Sabe ler uma contração, sabe esperar, sabe quando a natureza está fazendo o trabalho dela. A maior parte do tempo, o seu papel é não atrapalhar.
Aí vem aquele. O ombro que não sai depois da cabeça. O bebê que nasce e não chora.
E o tempo, que até um segundo atrás era seu aliado, vira o seu problema.
Nesse momento, você não vai ter tempo de lembrar. Vai ter que saber.
Você já ensaiou a sequência da distocia de ombro na cabeça — e nunca precisou usar.
Você sabe o nome das manobras, mas não sabe se as mãos obedeceriam.
Você já viu um bebê nascer sem respirar e alguém mais experiente assumir. E pensou: e se eu estivesse sozinha?
Você tem o protocolo salvo no celular, e sabe que num minuto crítico não vai dar tempo de abrir.
Você evita pensar nisso, porque pensar dá um frio que atrapalha o plantão.
Se você se reconheceu em pelo menos duas dessas linhas, estas duas noites foram feitas para você.
Insegurança e autonomia
Você tem respaldo para estar ali. Tem o título, tem o registro, tem a lei do seu lado. E ainda assim a sua autonomia dentro daquela sala não se decide em nada disso — se decide nos sessenta segundos depois que alguma coisa sai do previsto.
Porque quando você trava, alguém assume. E junto com o caso vai embora a sua autoridade sobre ele — não porque tiraram de você, mas porque você entregou, e sabe disso. É essa lembrança que volta no plantão seguinte, antes mesmo de qualquer coisa acontecer.
Isso não é falta de vocação nem de estudo. É falta de repetição: ninguém fica firme numa manobra que executou duas vezes na vida, e emergência é exatamente aquilo que não se pratica no dia a dia.
E há, nas diretrizes de reanimação neonatal, uma conta que quase ninguém faz:
De cada 100 bebês que nascem
10 precisam de ajuda para iniciar a respiração
90 começam a respirar sozinhos
1 em 10
precisa de ajuda para iniciar a respiração efetiva ao nascer.
9 em 10
desses melhoram só com a ventilação por máscara, bem feita — e não precisam de mais nada.
1 em 1.000
chega a precisar de intubação com massagem cardíaca e medicação — “desde que a ventilação seja aplicada adequadamente”.
Fonte: Diretrizes de reanimação do recém-nascido ≥34 semanas em sala de parto — Programa de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Nove em cada dez desses bebês voltam a respirar com um procedimento que está inteiro dentro do que você pode executar, sem pedir autorização a ninguém. O que separa o bebê que precisa de intubação do que não precisa costuma ser a qualidade do primeiro minuto — e é esse minuto que estas duas noites treinam.
As duas noites
Noite 129 de setembro · terça-feira · 19h às 21h
A cabeça saiu. O ombro não.
A sequência que resolve, na ordem em que se executa, e o que fazer quando a primeira manobra não resolve. Como reconhecer cedo, como pedir ajuda sem perder tempo e como registrar depois — porque o que você escreve na ficha também protege você.
Noite 230 de setembro · quarta-feira · 19h às 21h
Nasceu. E não chorou.
O primeiro minuto de vida, passo a passo: o que avaliar, em que ordem agir e onde estão os erros que mais custam tempo. A sequência que você precisa ter no corpo, não no celular.
O que você leva
Não é uma lista de manobras: é a ordem em que elas se executam, com o que fazer quando a primeira não resolve. Decorar nomes não salva ninguém; saber a sequência, sim.
O que avaliar num recém-nascido que não responde, em que ordem agir, e os erros que mais custam segundos — os que quase todo mundo comete por não ter treinado.
Distribuídos durante as aulas, e seus nos dois ingressos. Ficam com você quando a segunda noite acabar, para revisar antes de um plantão ou consultar quando a dúvida voltar.
Traga o caso que te assombra. As duas noites têm espaço para pergunta, e é quase sempre nelas que aparece a situação que ninguém tinha pensado.

As duas noites são práticas, mas nada do que se treina nelas depende da sua memória depois. Durante as aulas são distribuídos os PDFs e os materiais de estudo do workshop — e eles são seus, nos dois ingressos.
O material chega durante as aulas, e não depois: quem assiste ao vivo já sai com ele em mãos.
Quem conduz

Enfermeira obstetra e parteira
Doutora em Cuidados em Saúde pela Escola de Enfermagem da USP. Mais de mil partos acompanhados e vinte anos de assistência — inclusive as emergências que este workshop trata. Ensinou na USP, na Unifesp, na FMU e na UnG, e conduz as duas noites sozinha.
+1.000
partos acompanhados
20 anos
de assistência ao parto
Doutora
pela EE-USP
COREN-SP 28293
registro ativo
Para quem é
Enfermeiras obstetras em atuação
que conduzem partos e querem a sequência na mão, não na memória.
Médicos que assistem o parto
obstetras, plantonistas e generalistas que atendem onde a emergência não escolhe hora.
Recém-especializadas e recém-formados
que têm o título e ainda não enfrentaram uma emergência sozinhos.
Quem atua fora do hospital
casa de parto, domicílio e transporte, onde a ajuda não está do outro lado da porta.
Não é para
É de outra área e quer entender o que acontece nesses minutos? Você pode participar. O que assistir não faz é autorizar ninguém a atuar no parto — esse respaldo vem da formação, não de um workshop.
A oferta
Dá para passar duas noites com quem os viveu. A Karina acompanhou mais de mil partos — incluindo os que viraram emergência —, e o que ela traz aqui é o que se aprende fazendo, não lendo.
Ingresso ao vivo
R$ 47
Ingresso + gravação
R$ 97
Por que a maioria escolhe a gravação?
Emergência não avisa quando vai acontecer. Quem leva a gravação revê a sequência na semana em que pegou uma gestante de risco, e de novo no mês seguinte, até a mão saber sozinha. São R$ 50 entre “assisti uma vez” e “tenho isso por um ano”.
As inscrições encerram quando a primeira noite começar
O workshop acontece nos dias 29 e 30 de setembro, às 19h. Depois disso, este conteúdo só volta dentro do Poder do Partejar, a formação completa.
Faltam 4 dias para a imersão começar.
Pode ser daqui a um ano. Pode ser no próximo plantão. O que dá para escolher é chegar lá sabendo o que fazer.
São duas noites, das 19h às 21h, com quem já esteve nesse momento mais vezes do que consegue contar.
Quatro horas agora, para os segundos que vierem depois.
29 e 30 de setembro de 2026 · Ao vivo pelo Zoom